Destino:Villagarcia de
Arousa,
Spot: Baja Fernancejo.
Logo ao sair de casa o tempo nao era muito
convidativo à largada do sofá para um mergulho em águas frias e pelo
caminho ficava ainda mais claro que amelhor opção para uma tar de
sábado seria o sofá. Chegando a Villagarcia o tempo já não era assim tão
desagradavel esperando-nos apenas um céu nubelado. Depois de
recarregadas as baterias saímos em direção ao bajo Fernancejo. Iniciado o
mergulho confirma-se que definitivamente não estavamos noutro lugar
qualquer paradisiaco, a visibilidade foi ficando cada vez mais escaça.
Apesar desse pequeno grande pormenor que pode marcar a diferença num
mergulho, foi possível fazer um passeio subaquático a cerca de 25 m de
profundiade em redor de um rochedo. Estrelas do mar, ouriços e
brindavam-nos as vistas com as suas cores e os pequenos peixes que
jogavam às escondidas.Como as condições não eram as melhores decidimos
regressar à superfície ao fim de 30 minutos. Apesar de não ter sido um
dos melhores mergulhos foi importante para relembrar e por em prática
algumas regras que aprendemos durante a formação e que se são sem duvida
importantes para um mergulho tranquilo e em segurança.
Por Erica Cruz
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Saturday, 25 January 2014
Bajo Ferdinancejo - Vilagarcia
Labels:
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Vilagarcia
Location:
Vilagarcía de Arousa, Pontevedra, Spain
Monday, 25 April 2011
Prog. Scuba&DolphinWatch: Spot - Torvore
![]() |
| Imagem de João Sá Pinto, com autorização de Nuno Monteiro |
Data: 25-04-2011
Spot: Torvore
Profundidade: 31 metros
Tempo Total: 35 Minutos
Temperatura Água: 17C
Visibilidade: +/- 7m
O último mergulho destas fantásticas mini-férias, foi realizado no naufrágio “Torvore”, que segundo se sabe, foi afundado a 24 de Abril de 1917 durante a primeira Guerra Mundial. Conforme se consta, o cargueiro norueguês, com o nome de “Tovore” (também conhecido como “Vapor das 19”), navegava pelas águas portuguesas, mais concrectamente a sul de Sagres, quando foi surpreendido por um submarino alemão. Torvore transportava carvão prensado quando foi afundado. Os seus destroços encontram-se entre os 30 e 35 metros de profundidade.
A manhã deste mergulho foi brindada com um sol fantástico, uma temperatura excelente e um mar completamente chão. As condições não podiam ser as melhores, e talvez o melhor dos 5 mergulho realizados em Sagres estava finalmente à nossa espera. Eram 10h25 quando iniciamos a nossa descida ao Torvore. Apesar de não haver corrente, as condições de visibilidade podiam ser bem melhores do que as que estavam… talvez uns 7 metros. No entanto, e como era um mergulho fundo, era natural que as condições de luz fossem inferiores aos dos outros mergulho realizados. Depois de uma descida tranquila, lá estava o Torvore deitado sobre o fundo de areia e ainda com um bom estado de conservação. Haviam algumas redes, mas nada de alarmante, e a vida não era assim muito abundante apenas alguns peixes de pequeno porte. O maior peixe avistado (pelo menos parecia!) foi um safio que estava entocado, mas pelo tamanho da cabeça dava para imaginar o resto. Sem dúvida que a imponência do Torvore se deve à sua grande estrutura ainda em bom estado de conservação. Após o tempo máximo de fundo (uns míseros 17 minutos) iniciamos a nossa subida de forma tranquila, e enquanto faziamos o patamar de segurança, fomos recebidos por um bom cardume de sardinhas que por ali passavam tranquilamente. Eram 11h00 quando emergimos e fechamos este pack de 5 mergulhos da melhor forma. Foi excelente!
Por: Ricardo Abreu
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Sunday, 24 April 2011
Prog. Scuba&DolphinWatch: Spot - Gruta da Atalaia
Organização: ADNG
Data: 24-04-2011
Spot: Gruta da Atalaia
Tempo Total: 44 Minutos
Temperatura Água: 17C
Visibilidade: +/- 10m
O dia começou pelas 8h no café dos pescadores junto ao Hotel, com uma bela torrada e uma magnifica vista para o mar, que estava “chão”, pronuncio do que viria a ser um belo mergulho. Este foi o primeiro mergulho do dia e o mais gratificante para mim nesta viagem, tendo sido também todos os outros bons mergulhos, mas este teve uma cor especial. Não sendo mergulho em Gruta o mais facisnante para mim, foi o mais compensador, estranhamente… Completamente fascinada com a diversidade de cor, vida ( muitos nudibranquios, gorgónias, sargos, corais e um pequeno polvo que muito timido estava escondido nas rochas,etc...). Assim voou o tempo de mergulho, já quando estavamos a fazer o patamar de segurança, um cardume de sargos veio cumprimentar-nos, para finalizar um mergulho FANTASTICO.
Não posso deixar de agradecer a todos pela companhia, “Chefe” Raul que liderou a equipa, a minha “ Buddy” Marília, Ricardo Abreu, Tozé Martins, Joana Mendes, Jacob e aos não mergulhadores que não poderam estar connosco dentro de água, mas que nos acompanharam nas nossas Magnificas Tainadas e Visita aos Golfinhos.
MUITO BOM!
Liliana Sousa
Data: 24-04-2011
Spot: Gruta da Atalaia
Tempo Total: 44 Minutos
Temperatura Água: 17C
Visibilidade: +/- 10m
O dia começou pelas 8h no café dos pescadores junto ao Hotel, com uma bela torrada e uma magnifica vista para o mar, que estava “chão”, pronuncio do que viria a ser um belo mergulho. Este foi o primeiro mergulho do dia e o mais gratificante para mim nesta viagem, tendo sido também todos os outros bons mergulhos, mas este teve uma cor especial. Não sendo mergulho em Gruta o mais facisnante para mim, foi o mais compensador, estranhamente… Completamente fascinada com a diversidade de cor, vida ( muitos nudibranquios, gorgónias, sargos, corais e um pequeno polvo que muito timido estava escondido nas rochas,etc...). Assim voou o tempo de mergulho, já quando estavamos a fazer o patamar de segurança, um cardume de sargos veio cumprimentar-nos, para finalizar um mergulho FANTASTICO.
Não posso deixar de agradecer a todos pela companhia, “Chefe” Raul que liderou a equipa, a minha “ Buddy” Marília, Ricardo Abreu, Tozé Martins, Joana Mendes, Jacob e aos não mergulhadores que não poderam estar connosco dentro de água, mas que nos acompanharam nas nossas Magnificas Tainadas e Visita aos Golfinhos.
MUITO BOM!
Liliana Sousa
Saturday, 23 April 2011
Prog. Scuba&DolphinWatch: Spot - Ponta dos Caminhos
Dia 1 – 23 de Abril de 2011
Mergulho 2:
A odisseia começou ainda no quarto. Se vestir um fato semi-seco, com os vedantes assim para o justos, consegue desmotivar o mergulhador mais entusiasta, vestir um fato molhado pode assumir contornos surreais. Felizmente havia um sofá e tempo. Muito tempo. Pois era necessário parar, respirar fundo e recuperar o fôlego. Não é que vestir o fato seja uma tarefa assim tão cansativa, mas as gargalhadas que acompanharam a acção propriamente dita tiveram um efeito meio para o relaxante. Mas, num fim-de-semana de férias, o que se pode querer mais, além de mergulhos com fartura e boa disposição?
Pois bem, já de fato vestido, saímos do hotel. Já não chovia. O céu continuava nublado, um pouco de vento norte, e a perspectiva de mais um mergulho tranquilo. Chegados ao porto de embarque, a azáfama do costume, montar equipamento, verificar garrafas, últimos preparativos e embarcar.
Uma curta viagem de barco através de um mar tranquilo, para o que estamos habituados, levou-nos ao local do mergulho. As viagens de barco têm um efeito estranho em mim, levam-me para outros tempos e lugares, o vento na cara e a sensação de liberdade evocam tempos idos, recordações longínquas de piratas e aventuras, conquistas e tesouros por descobrir. Desta feita temperados com algo novo… o aroma a esteva, trazido pelo vento, não me deixava esquecer o Reino dos Algarves, que tão generosamente nos recebeu e que nos ia desvendar mais alguns dos seus segredos. Apesar de, inicialmente, o plano ser um mergulho em gruta, uma análise à ondulação perto das rochas levou o nosso Chefe, o Raul, a desistir deste mergulho, pois a fola estaria demasiado forte. Em vez disso, ficou combinado um mergulho numa das paredes adjacentes. O barco deu uma pequena volta, e eis-nos a calçar barbatanas, a verificar mais duas fugas em dois equipamentos (um deles era o meu, por sinal, uma mangueira mal apertada), que felizmente foram resolvidas. Após o OK geral, o grupo salta para a água. Coloquei a máscara e, pela primeira vez até hoje, uma sensação de perda… o aroma da esteva deixou-me, ainda que temporariamente, e fez-me concentrar nos outros sentidos. Olhei para debaixo de água pela primeira vez. Água azul profundo a acompanhar a escarpa, que se adivinhava já na superfície. Há algo de majestoso nas paredes… o tamanho, a imponência, a maneira como elas enfrentam, impávidas e serenas, a força das marés, momento após momento. E a vida que já cá em cima se conseguia vislumbrar… Descemos lentamente, os meus ouvidos foram meus amigos, e não deram sequer sinal de desconforto. Ao invés disso, aquele suave barulho do ar através do regulador, e das bolhas de ar a procurarem o seu caminho até à superfície. Um fundo irregular, recortado por rochas arredondadas pela força das águas e cravadas de vida. Desta feita não vi gorgónias. Ao invés disso, umas pequenas algas azuladas, outras alaranjadas, e ouriços. Corais, anémonas. Aqui e ali, pontuavam a superfície das rochas, os tentáculos fluindo ao sabor da água. Uma curva, e surpresa, uma rocha inteira forrada com anémonas! Dir-se-ia o cabelo de uma qualquer entidade marinha, tal era a densidade de anémonas, os tentáculos a moverem-se em sintonia. E ouriços, aqui e ali. A fola, por vezes um pouco mais forte, a fazer-me voar. Um mergulho tão simples, 8-10m, e a sensação indescritível de fazer parte do mar, de me mover para trás e para diante ao sabor da fola, em perfeita harmonia com as algas, as anémonas, e tudo o que nos rodeava… Limitei-me a relaxar, e a seguir o meu buddy, o Chefe Raul, ao longo do fundo irregular. Momentos havia em que quase me fundia com as rochas, mas no último instante a fola invertia o seu movimento e voltava a afastar-me. Os peixes do costume, que ainda não consigo identificar pelo nome. Um polvo, grande, a espreitar-nos desde um buraco na rocha. O sol que por vezes espreitava por entre as nuvens, colorindo um cenário já de si encantador. Dir-se-ia que o sol vinha de baixo para cima nestas alturas… por todo o lado a cor ganhava vida, deleitando o meu campo de visão. E sempre aquela sensação a acompanhar-me, de não existir enquanto Joana, e de fazer parte de algo muito maior: o Oceano. Um mergulho tão tranquilo, relaxante, completamente inebriante… pois se é verdade que já houve mergulhos fabulosos, este foi o primeiro em que me fundi verdadeiramente com a água. Um grupo tranquilo, a confiança completa no buddy, a generosidade dos Elementos… e o tempo a passar, inexoravelmente, o manómetro a relembrar-nos que o mar não é o nosso meio, e que estava na hora de regressar à superfície. Assim o fizemos, lentamente, a curtir os últimos minutos lá em baixo, que se transformaram demasiado depressa em segundos, tendo finalmente chegado à superfície. E aqui sim, a sensação de mergulhar no Algarve… quando retirei a máscara, fui novamente inundada pelo aroma da esteva. Aquele cheiro quente e adocicado, trazido pelo vento Leste, a deixar-me feliz por regressar ao meu meio . O sabor salgado do mar na minha cara, as andorinhas do mar a chilrearem lá do alto… O complemento entre a superfície do mar e a escarpa… e o contraste entre o frio da água e a temperatura amena do ar… um mergulho com os cinco sentidos
Não podendo manter-me neste devaneio demasiado tempo, lá subimos para o semi-rígido. Não estava fundeado, o que trouxe uma dose extra de esforço à subida… mas apenas para, já na segurança da embarcação, agradecer ao Senhor dos Oceanos ter apadrinhado mais uma incursão ao seu Reino .
Por: Joana Catarina Mendes
Mergulho 2:
A odisseia começou ainda no quarto. Se vestir um fato semi-seco, com os vedantes assim para o justos, consegue desmotivar o mergulhador mais entusiasta, vestir um fato molhado pode assumir contornos surreais. Felizmente havia um sofá e tempo. Muito tempo. Pois era necessário parar, respirar fundo e recuperar o fôlego. Não é que vestir o fato seja uma tarefa assim tão cansativa, mas as gargalhadas que acompanharam a acção propriamente dita tiveram um efeito meio para o relaxante. Mas, num fim-de-semana de férias, o que se pode querer mais, além de mergulhos com fartura e boa disposição?
Pois bem, já de fato vestido, saímos do hotel. Já não chovia. O céu continuava nublado, um pouco de vento norte, e a perspectiva de mais um mergulho tranquilo. Chegados ao porto de embarque, a azáfama do costume, montar equipamento, verificar garrafas, últimos preparativos e embarcar.
Uma curta viagem de barco através de um mar tranquilo, para o que estamos habituados, levou-nos ao local do mergulho. As viagens de barco têm um efeito estranho em mim, levam-me para outros tempos e lugares, o vento na cara e a sensação de liberdade evocam tempos idos, recordações longínquas de piratas e aventuras, conquistas e tesouros por descobrir. Desta feita temperados com algo novo… o aroma a esteva, trazido pelo vento, não me deixava esquecer o Reino dos Algarves, que tão generosamente nos recebeu e que nos ia desvendar mais alguns dos seus segredos. Apesar de, inicialmente, o plano ser um mergulho em gruta, uma análise à ondulação perto das rochas levou o nosso Chefe, o Raul, a desistir deste mergulho, pois a fola estaria demasiado forte. Em vez disso, ficou combinado um mergulho numa das paredes adjacentes. O barco deu uma pequena volta, e eis-nos a calçar barbatanas, a verificar mais duas fugas em dois equipamentos (um deles era o meu, por sinal, uma mangueira mal apertada), que felizmente foram resolvidas. Após o OK geral, o grupo salta para a água. Coloquei a máscara e, pela primeira vez até hoje, uma sensação de perda… o aroma da esteva deixou-me, ainda que temporariamente, e fez-me concentrar nos outros sentidos. Olhei para debaixo de água pela primeira vez. Água azul profundo a acompanhar a escarpa, que se adivinhava já na superfície. Há algo de majestoso nas paredes… o tamanho, a imponência, a maneira como elas enfrentam, impávidas e serenas, a força das marés, momento após momento. E a vida que já cá em cima se conseguia vislumbrar… Descemos lentamente, os meus ouvidos foram meus amigos, e não deram sequer sinal de desconforto. Ao invés disso, aquele suave barulho do ar através do regulador, e das bolhas de ar a procurarem o seu caminho até à superfície. Um fundo irregular, recortado por rochas arredondadas pela força das águas e cravadas de vida. Desta feita não vi gorgónias. Ao invés disso, umas pequenas algas azuladas, outras alaranjadas, e ouriços. Corais, anémonas. Aqui e ali, pontuavam a superfície das rochas, os tentáculos fluindo ao sabor da água. Uma curva, e surpresa, uma rocha inteira forrada com anémonas! Dir-se-ia o cabelo de uma qualquer entidade marinha, tal era a densidade de anémonas, os tentáculos a moverem-se em sintonia. E ouriços, aqui e ali. A fola, por vezes um pouco mais forte, a fazer-me voar. Um mergulho tão simples, 8-10m, e a sensação indescritível de fazer parte do mar, de me mover para trás e para diante ao sabor da fola, em perfeita harmonia com as algas, as anémonas, e tudo o que nos rodeava… Limitei-me a relaxar, e a seguir o meu buddy, o Chefe Raul, ao longo do fundo irregular. Momentos havia em que quase me fundia com as rochas, mas no último instante a fola invertia o seu movimento e voltava a afastar-me. Os peixes do costume, que ainda não consigo identificar pelo nome. Um polvo, grande, a espreitar-nos desde um buraco na rocha. O sol que por vezes espreitava por entre as nuvens, colorindo um cenário já de si encantador. Dir-se-ia que o sol vinha de baixo para cima nestas alturas… por todo o lado a cor ganhava vida, deleitando o meu campo de visão. E sempre aquela sensação a acompanhar-me, de não existir enquanto Joana, e de fazer parte de algo muito maior: o Oceano. Um mergulho tão tranquilo, relaxante, completamente inebriante… pois se é verdade que já houve mergulhos fabulosos, este foi o primeiro em que me fundi verdadeiramente com a água. Um grupo tranquilo, a confiança completa no buddy, a generosidade dos Elementos… e o tempo a passar, inexoravelmente, o manómetro a relembrar-nos que o mar não é o nosso meio, e que estava na hora de regressar à superfície. Assim o fizemos, lentamente, a curtir os últimos minutos lá em baixo, que se transformaram demasiado depressa em segundos, tendo finalmente chegado à superfície. E aqui sim, a sensação de mergulhar no Algarve… quando retirei a máscara, fui novamente inundada pelo aroma da esteva. Aquele cheiro quente e adocicado, trazido pelo vento Leste, a deixar-me feliz por regressar ao meu meio . O sabor salgado do mar na minha cara, as andorinhas do mar a chilrearem lá do alto… O complemento entre a superfície do mar e a escarpa… e o contraste entre o frio da água e a temperatura amena do ar… um mergulho com os cinco sentidos
Não podendo manter-me neste devaneio demasiado tempo, lá subimos para o semi-rígido. Não estava fundeado, o que trouxe uma dose extra de esforço à subida… mas apenas para, já na segurança da embarcação, agradecer ao Senhor dos Oceanos ter apadrinhado mais uma incursão ao seu Reino .
Por: Joana Catarina Mendes
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Saturday, 31 July 2010
Baixa do Parcel Dive Trip
Se calhar eu vou começar por descrever o que se passou a partir do momento em que chegamos a Viana por volta das 8:30h, isto porque durante toda a viagem aqui a menina veio aterrada!!
Sábado estava um dia de nevoeiro, que fazia lembrar aqueles primeiros dias de inverno....mas estavamos todos com muita pica para fazer este mergulho, não fosse este mergulho considerado raro de ser realizado por falta de condições do mar.....
Esta baixa situa-se a 4 milhas náuticas da barra de Viana do Castelo e a sua principal característica são penedos enormes que se distribuem pelo fundo. Estes possibilitam iniciar o mergulho a 15m e descer até 30m, 40m…
Local repleto de grutas e buracos que bem iluminados permitem encontrar congros, santolas e todo um vasto leque de animais que recorrem a estes abrigos naturais.
Veja mais fotos como esta em i-DIVE Spirit
No nosso caso tivemos um bocado de azar pois vida não existia quase nenhuma....tinhamos que estar bem atentos, mas também andavam pescadores por perto o que poderá explicar esse facto!!
De qualquer forma adorei ver aqueles corais laranjas que são fenomenais, um polvito que tambem la andava a arrastar....ehehehehe e ao meu lado andava um pirilampo subaquático....ehehehe fica bem .....
De salientar que levavamos entre nós dois aventureiros ( Artur e Miguel) que foram com material da pesada....e quiseram ficar lá pelo fundo (40-44m) durante mais algum tempo....para nos presentear com um video porreiraço!!!
Acabado o mergulho....ála que já se faz tarde, mas ainda paramos para mais um pequeno convivio com o pessoal que mergulhou connosco do CCD, que foram uns castiços, e animaram a malta....obrigada pelo companheirismo! Trocamos experiências, saberes e sabores!!!
Por: Monica Santiago
______________________________________________
Um mergulho mais profundo aos 45m na tentativa de encontrar os famosos cardumes de robalos e outras criaturas marinhas:
Baixa do Parcel from ADNG DIVERS on Vimeo.
Sábado estava um dia de nevoeiro, que fazia lembrar aqueles primeiros dias de inverno....mas estavamos todos com muita pica para fazer este mergulho, não fosse este mergulho considerado raro de ser realizado por falta de condições do mar.....
Esta baixa situa-se a 4 milhas náuticas da barra de Viana do Castelo e a sua principal característica são penedos enormes que se distribuem pelo fundo. Estes possibilitam iniciar o mergulho a 15m e descer até 30m, 40m…
Local repleto de grutas e buracos que bem iluminados permitem encontrar congros, santolas e todo um vasto leque de animais que recorrem a estes abrigos naturais.
Veja mais fotos como esta em i-DIVE Spirit
No nosso caso tivemos um bocado de azar pois vida não existia quase nenhuma....tinhamos que estar bem atentos, mas também andavam pescadores por perto o que poderá explicar esse facto!!
De qualquer forma adorei ver aqueles corais laranjas que são fenomenais, um polvito que tambem la andava a arrastar....ehehehehe e ao meu lado andava um pirilampo subaquático....ehehehe fica bem .....
De salientar que levavamos entre nós dois aventureiros ( Artur e Miguel) que foram com material da pesada....e quiseram ficar lá pelo fundo (40-44m) durante mais algum tempo....para nos presentear com um video porreiraço!!!
Acabado o mergulho....ála que já se faz tarde, mas ainda paramos para mais um pequeno convivio com o pessoal que mergulhou connosco do CCD, que foram uns castiços, e animaram a malta....obrigada pelo companheirismo! Trocamos experiências, saberes e sabores!!!
- Acesso Bom trajecto por barco (30min)
- Fácil de encontrar
- Características do local
- Profundidade média 25 m
- Profundidade máxima 40m....
- Não havia corrente
- Visibilidade Boa ( 9-10 m)
- Tempo Total de Mergulho: 27min
- Profundidade máxima: 34m
- Qualificação Mínima: AOWD/CMASP2
Por: Monica Santiago
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Um mergulho mais profundo aos 45m na tentativa de encontrar os famosos cardumes de robalos e outras criaturas marinhas:
Baixa do Parcel from ADNG DIVERS on Vimeo.
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viana
Saturday, 10 July 2010
Submarino revisitado- U-boat 1277
Finalmente após um inverno atribulado seguido de uma Primavera estranha e agora um Verão atípico, a previsão para este fim-de-semana parecia encorajadora; até cerca das 10-11h, o vento Norte não se iria fazer sentir, e assim foi.
À saída de Leixões, deparamos com um nevoeiro costeiro, e fola...fola junto à costa, apesar de o Mar estar praticamente chão. Não batia muito certo com a previsão dos dias anteriores, haver aquela espuma toda junto à linha de costa. Caminho seguimos, já que estávamos lá para isso mesmo e todos os mergulhadores presentes já conheciam bem o local a visitar bem adaptados às eventuais condições de visibilidade a que poderíamos estar sujeitos.
Um km por fora e o nevoeiro dissipava-se dando um céu radioso e solarengo. Chegados ao local, tons de verde à superfície, descemos, descemos, e a "cortina" parecia não abrir. A descida pelo cabo foi certeira e lá estava o Submarino. Mesmo lá em baixo parecia que alguém tinha acendido as luzes em volta do naufrágio, pela disparidade de visibilidade no local comparativamente à coluna de água.
Lá estava ele em todo o seu melhor e felizmente constatamos que a vida Marinha habitual returnou, com congros, já não safios, de bom porte e em cada reentrância, tubo, ou espaço como bem lhes apraz. Em simultâneo foram feitas filmagens de fundo, onde deverão ter ficado registados mais alguns pormenores dos Muitos pormenores de interesse desta relíquia da Segunda Guerra Mundial.
Esperemos para ver o resultado, de um trabalho de levantamento com muitos e muitos mergulhos, e muitos e muitos megabytes de imagem para tratar e editar.
Amanhã, segue-se o Navio do Norte, ou o Brenha, aproveitando as condições de Mar que se mostram bem encorajadoras.
À saída de Leixões, deparamos com um nevoeiro costeiro, e fola...fola junto à costa, apesar de o Mar estar praticamente chão. Não batia muito certo com a previsão dos dias anteriores, haver aquela espuma toda junto à linha de costa. Caminho seguimos, já que estávamos lá para isso mesmo e todos os mergulhadores presentes já conheciam bem o local a visitar bem adaptados às eventuais condições de visibilidade a que poderíamos estar sujeitos.
Um km por fora e o nevoeiro dissipava-se dando um céu radioso e solarengo. Chegados ao local, tons de verde à superfície, descemos, descemos, e a "cortina" parecia não abrir. A descida pelo cabo foi certeira e lá estava o Submarino. Mesmo lá em baixo parecia que alguém tinha acendido as luzes em volta do naufrágio, pela disparidade de visibilidade no local comparativamente à coluna de água.
Lá estava ele em todo o seu melhor e felizmente constatamos que a vida Marinha habitual returnou, com congros, já não safios, de bom porte e em cada reentrância, tubo, ou espaço como bem lhes apraz. Em simultâneo foram feitas filmagens de fundo, onde deverão ter ficado registados mais alguns pormenores dos Muitos pormenores de interesse desta relíquia da Segunda Guerra Mundial.
Esperemos para ver o resultado, de um trabalho de levantamento com muitos e muitos mergulhos, e muitos e muitos megabytes de imagem para tratar e editar.
Amanhã, segue-se o Navio do Norte, ou o Brenha, aproveitando as condições de Mar que se mostram bem encorajadoras.
Thursday, 22 April 2010
Night Dive U-Boat 1277 - 21-04-10
As condições de Mar do fim-de-semana anterior, impossibilitaram as saídas a Norte do país em condições minimamente interessantes.
No entretanto com o passar dos dias e acalmia do Mar e ventos dominantes, a saída nocturna foi marcada para a passada 4ª-feira, uma vez que assim já deveria dar tempo para que a visibilidade fosse restabelecida.
Night Dive at the U-BOAT 1277: Neither Lightnings, Thunders or Darkness keep us away from ADNG DIVERS on Vimeo.
Mais estreantes a quererem conhecer o submarino, e portanto a saída foi feita com esse destino em mente.
Chegados ao local, após o fundear preciso do skipper os primeiros 3 mergulhadores a seguirem para o cabo, constactaram que a visibilidade era bem simpática à superfície...
No entanto e para quem já visitou o Sub várias vezes, o pronúncio de água limpa à superfície não costuma ser grande indicador para o que nos espera lá em baixo... e assim foi, iniciada a descida, a partir dos 20m para baixo um certo "nevoeiro" começou a surgir, intensificando-se à medida que se rumava para o fundo.
O ferro estava exactamente em frente aos tubos dos torpedos, portanto, os visitantes iriam ser logo recebidos pela colónia de Corinactis viridis (Jewel anemone) com coloração rosa muito característica deste local.
Uns a ar, outros a nitrox 32, após consenso iniciaram um mergulho para os verdadeiros "duros"; a visibilidade estava no limiar operacional.
Os 9 mergulhadores foram percorrendo o naufrágio seguindo o cabo do carreto que fazia a ligação directa ao ferro, salvaguardando uma calma subida de volta à superfície no término do circuito.
Os grupos de 2 e 3 mergulhadores, foram praticamente deslizando sobre submarino, todos com um excelente controlo de flutuabilidade fazendo um "hovering" calmo e compassado.
Os santiagos, as fanecas e navalheiras deram as suas boas-vindas em grande número, com as santolas a aparecerem aqui e ali.
Safios e lavagantes?... timidez, esperemos; não seria a primeira vez que de um dia para o outro era clara a visita de outros visitantes que optam por capturar estes fantásticos animais residentes deste local.
Fiquemos na expectativa da timidez, mantendo um carácter positivo e esperançoso, já que são habituais e em dimensões bem simpáticas por norma.
Uma vez que a visibilidade estava nos limites operacionais, infelizmente não foi possível recuperar nem limpar* redes derelíticas (ghost nets) que se encontram em bom número em volta do submarino, resultado do forte Inverno que se fez sentir, acomulando as redes soltas que vagueiam pelo Oceano até porque este naufrágio está em fundo de areia consistindo portanto num fácil ponto para recolher as artes de pesca perdidas que vagueiam pelas águas.
*Habitualmente fazemos a recolha de detritos em cada imersão; uma forma de darmos algo em troca ao Ambiente que visitamos e pretendemos continuar a visitar. Ontem no Earth Day, poderia e deveria ter sido feito com empenho; no entanto, a Segurança está acima de tudo e para além da visibilidade, acções específicas de remoção de redes devem ser feitas durante o dia.
Perfil de Mergulho gentilmente cedido por Ulrike, uma buddy fantástica que bate records no baixo consumo de ar, pela sua natureza e fez o seu primeiro nocturno no U-Boat 1277 apesar de já o ter conhecido várias vezes durante o dia.
No entretanto com o passar dos dias e acalmia do Mar e ventos dominantes, a saída nocturna foi marcada para a passada 4ª-feira, uma vez que assim já deveria dar tempo para que a visibilidade fosse restabelecida.
A saída no "Earth Day" (Project Aware) e a Mãe Natureza prendou-nos com uma saída com relâmpagos ao longe, do principio ao fim do mergulho, um espectáculo extremamente bonito de ser ver no escuro da noite pelo Mar fora.
Mais estreantes a quererem conhecer o submarino, e portanto a saída foi feita com esse destino em mente.
Chegados ao local, após o fundear preciso do skipper os primeiros 3 mergulhadores a seguirem para o cabo, constactaram que a visibilidade era bem simpática à superfície...
No entanto e para quem já visitou o Sub várias vezes, o pronúncio de água limpa à superfície não costuma ser grande indicador para o que nos espera lá em baixo... e assim foi, iniciada a descida, a partir dos 20m para baixo um certo "nevoeiro" começou a surgir, intensificando-se à medida que se rumava para o fundo.
O ferro estava exactamente em frente aos tubos dos torpedos, portanto, os visitantes iriam ser logo recebidos pela colónia de Corinactis viridis (Jewel anemone) com coloração rosa muito característica deste local.
Uns a ar, outros a nitrox 32, após consenso iniciaram um mergulho para os verdadeiros "duros"; a visibilidade estava no limiar operacional.
Os 9 mergulhadores foram percorrendo o naufrágio seguindo o cabo do carreto que fazia a ligação directa ao ferro, salvaguardando uma calma subida de volta à superfície no término do circuito.
Os grupos de 2 e 3 mergulhadores, foram praticamente deslizando sobre submarino, todos com um excelente controlo de flutuabilidade fazendo um "hovering" calmo e compassado.
Os santiagos, as fanecas e navalheiras deram as suas boas-vindas em grande número, com as santolas a aparecerem aqui e ali.
Safios e lavagantes?... timidez, esperemos; não seria a primeira vez que de um dia para o outro era clara a visita de outros visitantes que optam por capturar estes fantásticos animais residentes deste local.
Fiquemos na expectativa da timidez, mantendo um carácter positivo e esperançoso, já que são habituais e em dimensões bem simpáticas por norma.
Uma vez que a visibilidade estava nos limites operacionais, infelizmente não foi possível recuperar nem limpar* redes derelíticas (ghost nets) que se encontram em bom número em volta do submarino, resultado do forte Inverno que se fez sentir, acomulando as redes soltas que vagueiam pelo Oceano até porque este naufrágio está em fundo de areia consistindo portanto num fácil ponto para recolher as artes de pesca perdidas que vagueiam pelas águas.
*Habitualmente fazemos a recolha de detritos em cada imersão; uma forma de darmos algo em troca ao Ambiente que visitamos e pretendemos continuar a visitar. Ontem no Earth Day, poderia e deveria ter sido feito com empenho; no entanto, a Segurança está acima de tudo e para além da visibilidade, acções específicas de remoção de redes devem ser feitas durante o dia.
Perfil de Mergulho gentilmente cedido por Ulrike, uma buddy fantástica que bate records no baixo consumo de ar, pela sua natureza e fez o seu primeiro nocturno no U-Boat 1277 apesar de já o ter conhecido várias vezes durante o dia.
Feedback da Urike após o seu primeiro nocturno por cá, e estreando também a nossa embarcação cabinada, em vez do habitual semi-rígido:
"Bem, para já adorei andar no mar à noite, acho que nunca tinha feito. E estava tão calmo, sem vento, com os trovões ao largo, as luzes da costa, simplesmente lindo.
Gostei muito do barco, é outro conforto na deslocação, e o mergulho correu bem.
Claro que as condições da água não foram as melhores, mas sempre se vê uma coisa ou outra, o cavaco pequeno, a solha, os carangueijos...e viste a temperatura?
O meu computador deu-me 15,2 de mínima!! "
Monday, 22 March 2010
PADI Drift Diver : A Especialidade que lhe confere uma segurança Extra

A ADNG DIVING, pela primeira vez no Norte do País apostou fortemente num curso de especialidade PADI por forma a dar aos potenciais alunos a possibilidade de consolidarem conhecimentos que garantam a sua segurança enquanto mergulhadores assim como a segurança daqueles que fazem parte do grupo com quem mergulham.
Apesar de Portugal não ser conhecido pelas suas fortes correntes, (felizmente), as técnicas usadas nesta especialidade garantem que em caso de necessidade, todas as Skills (técnicas) serão executadas correctamente.
Por outro lado, se até é daquelas pessoas que costuma viajar frequentemente em muitos destinos o mergulho em corrente "drift" é pratica comum; caso não tenha esta especialidade se o centro de mergulho fôr cumpridor com as normas, sem esta certificação certamente ficará limitado(a) aos mergulhos na
s "pocinhas", ou então, caso facilitem um pouco mais, poderá ver-se numa situação para a qual não está habituado(a), não teve treino, e no mínimo resultará num stress e consumo de ar abismais.A aplicação geral desta especialidade compreende a utilização de itens que são e deverão ser usados na prática de mergulho em todo os locais do mundo, por dois motivos de grande importância:
1)Segurança
2)A sua própria auto-confiança;
no sentido em que tem a noção exacta do treino
que fez,e ,está avontade para utilizar esse equipamento.
que fez,e ,está avontade para utilizar esse equipamento.
No caso concreto, falamos do manuseio de itens de equipamento como:
bóia de patamar (SMB), carretos e spools.
Inglês [PDF]
Uma vez que as condições metereológicas e de Mar para as saídas de mergulho desta especialidade não foram as ideais localmente, a segunda opção por seu lado, tinha sido Berlengas uma vez que em certos spots se poderá fazer um mergulho em corrente/deriva facilmente com o somatório da qualidade da logística disponível.
Porém, Neptuno e S. Pedro ainda não tinham feito as pazes relativamente a Portugal, e como alternativa recorremos a Vigo, já que em certos pontos da Ria é possível conseguir caudais com cerca de 3 nós de corrente até mais.
O primeiro mergulho, baseou-se no mergulho em deriva, onde é seleccionado um "lider do grupo" que empunha um carreto ou cabo associado a uma bóia de superficie;
objectivo: o barqueiro é capaz de seguir o grupo facilmente uma vez que nunca perde de vista a sinalização do grupo.
Todos foram "planando" pelo fundo da Ria, ao sabor da corrente, disfrutando a paisagem subaquática sem qualquer esforço extra e com uma considerável melhoria em termos de esforço e consumo de ar; porquê nadar contra a corrente, se podemos tirar proveito dela?

O segundo mergulho, já foi de uma forma diferente; todo o grupo, entrou para a água em simultâneo (como acontece em locais em que a corrente é bastante forte, e a embarcação não é sequer fundeada.
Todo o grupo salta de imediato e dirige-se para o fundo rapidamente sob pena de falhar o local que pretende visitar.
Chegados ao fundo, é feito o check do grupo, e então, parte-se novamente para os "vôos" pelo fundo.
o Skipper estava informado do tempo exacto em que seria lançada uma bóia de patamar, e portanto, cumprindo esse tempo um dos elementos do grupo préviamente escolhido durante o breefing, fez o seu lançamento.
Resultando em mais um mergulho fantástico onde todos disfrutaram a paisagem e o skipper atento, foi ao encontro do grupo; todos satisfeitos com as "nova forma de mergulhar", cansaço zero!
Mais info relativa à especialidade Drift Diver e Equipamento:
Porém, Neptuno e S. Pedro ainda não tinham feito as pazes relativamente a Portugal, e como alternativa recorremos a Vigo, já que em certos pontos da Ria é possível conseguir caudais com cerca de 3 nós de corrente até mais.
O primeiro mergulho, baseou-se no mergulho em deriva, onde é seleccionado um "lider do grupo" que empunha um carreto ou cabo associado a uma bóia de superficie;
objectivo: o barqueiro é capaz de seguir o grupo facilmente uma vez que nunca perde de vista a sinalização do grupo.
Todos foram "planando" pelo fundo da Ria, ao sabor da corrente, disfrutando a paisagem subaquática sem qualquer esforço extra e com uma considerável melhoria em termos de esforço e consumo de ar; porquê nadar contra a corrente, se podemos tirar proveito dela?

O segundo mergulho, já foi de uma forma diferente; todo o grupo, entrou para a água em simultâneo (como acontece em locais em que a corrente é bastante forte, e a embarcação não é sequer fundeada.
Todo o grupo salta de imediato e dirige-se para o fundo rapidamente sob pena de falhar o local que pretende visitar.
Chegados ao fundo, é feito o check do grupo, e então, parte-se novamente para os "vôos" pelo fundo.
o Skipper estava informado do tempo exacto em que seria lançada uma bóia de patamar, e portanto, cumprindo esse tempo um dos elementos do grupo préviamente escolhido durante o breefing, fez o seu lançamento.
Resultando em mais um mergulho fantástico onde todos disfrutaram a paisagem e o skipper atento, foi ao encontro do grupo; todos satisfeitos com as "nova forma de mergulhar", cansaço zero!
Mais info relativa à especialidade Drift Diver e Equipamento:
Três tipos básicos de carretos:
Carreto Guia: para fazer percursos subaquáticos, por exemplo em locais com fundo arenoso, onde os pontos de referência são muito poucos. Aquelas "planícies subaquáticas" acessíveis a todo o OWD.
Carreto Guia para Naufrágio/Gruta: garante-lhe o retorno ao ponto inicial, seja este o cabo, ou, o local por onde entrou. (Nota a penetração em naufrágio requer uma especialização própria, bem como o mergulho espeleológico)

De referir que para os casos de penetração em naufrágio por mais simples que possa parecer, bem como entradas em grutas com "G" grande***, é necessário ter formação específica para o efeito; isto, se pretende voltar para contar a história:)
*** (entenda-se por "G grande", grutas cuja profundidade em comprimento, são consideráveis e os acessos à superfície bastante limitados; em muitos casos apenas o ponto de entrada que coincidirá com o de saída. "G grande",não é uma referência a grutas de grandes dimensões espaciais onde praticamente qualquer AOWD ou P2 poderá calmamente visitar essas abóbadas gigantes sem grandes problemas.
Carreto guia/"Multi-usos" com auto-stop:
Dentro dos carretos-guia: existem aqueles que pela sua especificidade e tamanho, servem apenas para este efeito, outros porém, que encontra no mercado bastante simplificados, e económicos incluem um mecanismo mecânico simples que lhe permite fazer sem dificuldade duas coisas: 1) carreto-guia; 2) carreto/spool para lançamento da bóia de patamar.
Escusado será dizer que durante um mergulho, caso opte por usar como carreto-guia, dificilmente terá cabo suficiente para fazer com o mesmo carreto o lançamento da bóia.
Alternativa: se tiver um desses carretos, tenha sempre consigo um spool com outra bóia de patamar junto a si. Em qualquer situação, poderá lança-lo, e deixar o carreto-guia (que normalmente é clipado ao cabo de descida), podendo recupera-lo no fim do mergulho.
Situações em que isto poderá ocorrer: algo bastante simples; fizeram o seu passeio, o carreto está quase no final, e um dos manómetros do grupo de mergulhadores indica que já está na reserva: solução?
Simples, tendo em conta que não é prudente perder o tempo de recolher todo o cabo que foi soltando pelo percurso, simplesmente pousa o carreto no fundo, e, faz o lançamento da bóia;
Assim, a reserva de ar do seu buddy/parelha, deverá chegar para fazer a subida calmamente e o respectivo patamar de segurança.
À superfície, poderá pedir ao seu parceiro(a) distraído, para se entreter a recolher o cabo que ficou solto do carreto como um pequeno lembrete de para a próxima estar mais atento ao manómetro e consumo que faz..
A sua utilização correcta, requer aprendizagem com um profissional da área.
Carreto Guia: para fazer percursos subaquáticos, por exemplo em locais com fundo arenoso, onde os pontos de referência são muito poucos. Aquelas "planícies subaquáticas" acessíveis a todo o OWD.
Carreto Guia para Naufrágio/Gruta: garante-lhe o retorno ao ponto inicial, seja este o cabo, ou, o local por onde entrou. (Nota a penetração em naufrágio requer uma especialização própria, bem como o mergulho espeleológico)
De referir que para os casos de penetração em naufrágio por mais simples que possa parecer, bem como entradas em grutas com "G" grande***, é necessário ter formação específica para o efeito; isto, se pretende voltar para contar a história:)
*** (entenda-se por "G grande", grutas cuja profundidade em comprimento, são consideráveis e os acessos à superfície bastante limitados; em muitos casos apenas o ponto de entrada que coincidirá com o de saída. "G grande",não é uma referência a grutas de grandes dimensões espaciais onde praticamente qualquer AOWD ou P2 poderá calmamente visitar essas abóbadas gigantes sem grandes problemas.
Carreto guia/"Multi-usos" com auto-stop:
Dentro dos carretos-guia: existem aqueles que pela sua especificidade e tamanho, servem apenas para este efeito, outros porém, que encontra no mercado bastante simplificados, e económicos incluem um mecanismo mecânico simples que lhe permite fazer sem dificuldade duas coisas: 1) carreto-guia; 2) carreto/spool para lançamento da bóia de patamar.
Escusado será dizer que durante um mergulho, caso opte por usar como carreto-guia, dificilmente terá cabo suficiente para fazer com o mesmo carreto o lançamento da bóia.Alternativa: se tiver um desses carretos, tenha sempre consigo um spool com outra bóia de patamar junto a si. Em qualquer situação, poderá lança-lo, e deixar o carreto-guia (que normalmente é clipado ao cabo de descida), podendo recupera-lo no fim do mergulho.
Situações em que isto poderá ocorrer: algo bastante simples; fizeram o seu passeio, o carreto está quase no final, e um dos manómetros do grupo de mergulhadores indica que já está na reserva: solução?
Simples, tendo em conta que não é prudente perder o tempo de recolher todo o cabo que foi soltando pelo percurso, simplesmente pousa o carreto no fundo, e, faz o lançamento da bóia;
Assim, a reserva de ar do seu buddy/parelha, deverá chegar para fazer a subida calmamente e o respectivo patamar de segurança.
À superfície, poderá pedir ao seu parceiro(a) distraído, para se entreter a recolher o cabo que ficou solto do carreto como um pequeno lembrete de para a próxima estar mais atento ao manómetro e consumo que faz..
Spool: este peça, não é propriamente a imagem que terá de um carreto, mas é basicamente uma peça que lhe permite fazer o lançamento da bóia de patamar pura e simplesmente.
Em casos de emergência poderia ser colocado como um prolongamento extra do carreto-guia que possuí, mas não é de todo em todo recomendável.
Em casos de emergência poderia ser colocado como um prolongamento extra do carreto-guia que possuí, mas não é de todo em todo recomendável.
A sua utilização correcta, requer aprendizagem com um profissional da área.
Poderá parecer-lhe fácil, mas onde quantas e quantas vezes não mergulhou com grupos por algum motivo alguém se afastou do cabo que lhe daria acesso directo à embarcação que dá apoio, e, os mergulhadores resolveram fazer subidas em água livre independentemente de terem ou não uma bóia de patamar clipada no seu equipamento?
De facto isto acontece; na maioria dos casos, quem as tem, raramente as utiliza, e como o mergulho se baseia em treino, treino, treino, para quem pretende ser de facto um Mergulhador(a) que sabe o que faz e como deverá proceder nos vários tipos de cenários que lhe podem aparecer.
No entanto por vezes alguns mergulhadores sentem-se inibidos de as utilizar sob pena de causarem piores resultados do que aqueles que a situação em si já lhe traz..porque deixaram pura e simplesmente de treinar a sua utilização...ou pior ainda, fizeram a sua aquisição, mas, não tiveram orientação sobre quais os tipos existentes e como se deverão utilizar.
No entanto por vezes alguns mergulhadores sentem-se inibidos de as utilizar sob pena de causarem piores resultados do que aqueles que a situação em si já lhe traz..porque deixaram pura e simplesmente de treinar a sua utilização...ou pior ainda, fizeram a sua aquisição, mas, não tiveram orientação sobre quais os tipos existentes e como se deverão utilizar.
Outros, utilizam a bóia de patamar "à moda antiga", onde para além de utilizarem bóias de patamar sem válvula de escape, mais baratas (válvula permite que com a subida da bóia e consequente aumento do volume de ar dentro de bóia , possa escapar gradualmente à medida que a subida acontece; resultado: ao chegar a superfície a bóia tem o ar que necessita para permanecer na vertical cumprindo o objectivo para a qual foi concebida; i.e., sinalizar as embarcações e skippers.
Diga-se "á moda antiga" o método de colocar apenas uma pequena chumbeira ou lastro na extremidade de um cabo curto que fica enrolado na dita bóia; escusado será dizer que nem spool, nem carreto, aprenderam utilizar e, nestes casos, apenas serve para lançar mesmo, mesmo próximo da superfície.
Consequências eventuais da utilização da técnica à "moda antiga" e limitações:
1) Lançamento apenas perto da superfície
2) Facilmente poderá perder o fino e curto cabo que está preso à bóia de patamar, resultando numa bóia lançada, e um mergulhador(a) sem sinalização à superfície +, uma bóia solta que poderá resultar numa busca por parte do skipper para um local completamente afastado da localização onde estará o individuo que a lançou.
(Provavelmente não gostaria da sensação de se sentir "abandonado" à superfície", nem o skipper/barqueiro e restantes companheiros de mergulho começarem a preocupar-se com a sua ausência junto à tal bóia que se afastou.)
Com um carreto, estes 2 pontos ficariam resolvidos;
você segura o carreto firmemente, não um cabo de mono-filamento com alguns milímetros de espessura.
você segura o carreto firmemente, não um cabo de mono-filamento com alguns milímetros de espessura.
3) Na eventualidade de ocorrer um imprevisto no fundo, e necessitar solicitar ajuda que estará na embarcação, este método será o ideal para o fazer?...
Provavelmente não, até porque, como é habitual, o cabo utilizado nestes casos tem apenas alguns metros de comprimento.
Com um carreto, calmamente poderia largar a bóia de patamar do fundo, com o carreto ou spool, e aguardar a chegada de ajuda.
Você tem carreto? Se já o domina (parece simples, mas ás vezes nem tanto o é, consoante o tipo), faça a experiência de o dar ao mergulhador a seu lado, e tente fazer o percurso simples de clipar ao cabo, fazer o mergulho com o carreto e voltar.
Se no final não resultar num emaranhado de cabos, estão ambos de parabéns!
Infelizmente na maioria dos casos, aqueles menos familiarizados com este equipamento, acabam por não usufruir da sua função; guiar o mergulhador durante o seu "passeio" subaquático e permitindo uma volta garantida ao cabo que lhe permitiu iniciar o mergulho.. [Continua]
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Nota: com todos os carretos acima referidos, é possível fazer o lançamento da bóia de patamar. Contudo, isso requer algum treino e perícia, caso contrário o resultado não será garantidamente o esperado.Carretos sem auto-stop:
3 cenários típicos:
a) esquece-se de destravar o carreto, e inicia uma subida descontrolada.
b) esquece-se de destravar o carreto, inicia a subida, solta-o, e perde o carreto de vista e respectiva bóia.
c) destrava o carreto, mas tem sérias dificuldades em voltar a enrolar todo o cabo que se libertou, aumentando o tempo de fundo, o stress, e... com muito cabo, a bóia lançada não irá ficar vertical na superfície, mas..deitada; ou seja, não cumpre a sua função, pois, deitada não é visível à distância.
Não facilite, se ainda começou agora a usar um carreto, opte pela versão simplificada, ou seja, carreto "auto-stop".
isto caso considere ser um auto-didacta e portanto sem necessidade de ter acompanhamento profissional.
De todo em todo desaconselhável no que diz respeito à Sua Segurança.
isto caso considere ser um auto-didacta e portanto sem necessidade de ter acompanhamento profissional.
De todo em todo desaconselhável no que diz respeito à Sua Segurança.
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Tuesday, 16 March 2010
O Primeiro Mergulho no U-Boat 1277 em 2010: "O defeso de Inverno" por Miguel Pereira
O defeso de Inverno, este ano, foi muito severo. Muitos dias sem mergulhar. As semanas, umas após as outras, arrastavam-se numa interminável dúvida sobre o aquecimento global. Timidamente, foram aparecendo uns raros rasgos de mar que mais não serviam que para desenjoar e sempre para daqui para fora.
Contas à vida?
Quantas e quantas, todas a perguntarem se daria para apanhar um avião e 20 Kilos de material. “e este Inverno que não nos deixa”, comentava todo aquele que, alheio ao mergulho, não fazia mais que fazer ecoar as palavras dele nas nossas: “e este mar que não acalma”…
Foi pois com perplexidade e entusiasmo reservado que esta terça-feira dia 16 deste nosso mês de Março, aceitei o desafio, graças a esta recente acalmia no estado do mar, que a hora a que escrevo já se foi, de ir dar uma tolada no submarino.
Eram dez horas, quando o patrão do cabinado comunicou com as autoridades portuárias do porto de Leixões a nossa visita submarina. O mar estava calmíssimo. Um lago sereno. Sereno e tão espesso que nos fazia temer pelo sucesso do mergulho. Cabo a baixo, todos a perguntarem a si mesmos se, chegados ao fundo, não seria melhor abortar o mergulho.
A minha primeira impressão, depois de ultrapassados os 25metros e mesmo antes de avistar o nosso anfitrião, numa água fresquinha de 12º-13ºC foi de centenas de pontinhos vermelhos a olharem para mim.
E de repente, lá está ele, li-te-ral-men-te (escrevo-o sílaba a sílaba para que se entenda que não vou escrever usando figuras de estilo) encastrado em caramujos (“nassas”) tal qual um pitoresco altar destas pitorescas igrejas de pescadores.
Já vi artesanato deste teor.
Mas isto era um artesanato vivo pelas mãos desta nossa natureza por vezes tão estranha, por vezes tão bela e por vezes, como é este o caso, as duas.
E depois todos aqueles pontinhos vermelhos, sempre aos pares, pertencentes a camarão. Oh meus amigos! Eu não mergulho assim há tanto tempo, mas eu, pessoalmente, nunca fui recebido por mais camarão do que aquele que estava na mesa dos frios do meu primeiro e segundo casamentos... juntos (podem comentar porque elas dão-se bem :)
Talvez vocês já tenham visto mais... Eu não! E os Santiagos e as solhas.
Deepstop aos 12m*, patamar obrigatório junto à garrafa suspensa aos 5 metros que partiu muda e chegou calada de novo ao barco tal era o estado de relax destes insuspeitos visitantes que acabaram felizes, contentes e cheios com Heinekens na mão e excelentes hamburguers na boca.
Sem dúvida, um mergulho memorável. A tomar nota para futuros visitantes: o nosso submarino está cheio de redes emaranhadas, e talvez, a abundância destas e de peixe aprisionado nestas, explique a descomunal presença de caramujo e de camarão.
Os maiores habitantes e residentes do submarino: Congros
N.C: Lavagante: Homarus gammarus (Linnaeus, 1758)

N.C. Faneca: Trisopterus luscus (Linnaeus, 1758)

DIVE LOG por MIGUEL PEREIRA

Contas à vida?
Quantas e quantas, todas a perguntarem se daria para apanhar um avião e 20 Kilos de material. “e este Inverno que não nos deixa”, comentava todo aquele que, alheio ao mergulho, não fazia mais que fazer ecoar as palavras dele nas nossas: “e este mar que não acalma”…
Foi pois com perplexidade e entusiasmo reservado que esta terça-feira dia 16 deste nosso mês de Março, aceitei o desafio, graças a esta recente acalmia no estado do mar, que a hora a que escrevo já se foi, de ir dar uma tolada no submarino.
Eram dez horas, quando o patrão do cabinado comunicou com as autoridades portuárias do porto de Leixões a nossa visita submarina. O mar estava calmíssimo. Um lago sereno. Sereno e tão espesso que nos fazia temer pelo sucesso do mergulho. Cabo a baixo, todos a perguntarem a si mesmos se, chegados ao fundo, não seria melhor abortar o mergulho.
A minha primeira impressão, depois de ultrapassados os 25metros e mesmo antes de avistar o nosso anfitrião, numa água fresquinha de 12º-13ºC foi de centenas de pontinhos vermelhos a olharem para mim.
E de repente, lá está ele, li-te-ral-men-te (escrevo-o sílaba a sílaba para que se entenda que não vou escrever usando figuras de estilo) encastrado em caramujos (“nassas”) tal qual um pitoresco altar destas pitorescas igrejas de pescadores.
Já vi artesanato deste teor.
Mas isto era um artesanato vivo pelas mãos desta nossa natureza por vezes tão estranha, por vezes tão bela e por vezes, como é este o caso, as duas.
E depois todos aqueles pontinhos vermelhos, sempre aos pares, pertencentes a camarão. Oh meus amigos! Eu não mergulho assim há tanto tempo, mas eu, pessoalmente, nunca fui recebido por mais camarão do que aquele que estava na mesa dos frios do meu primeiro e segundo casamentos... juntos (podem comentar porque elas dão-se bem :)
Talvez vocês já tenham visto mais... Eu não! E os Santiagos e as solhas.
N.C. Santiago, Cavaco : Scyllaridae Latreille, 1825
Scyllarus arctus **
Video ilustrativo por Ricardo Cordeiro
Scyllarus arctus **
O nosso submarino era com toda aquela fraca visibilidade de 3/4metros, um salão de banquetes e nós chegamos à hora da festa.
Estivemos de tal forma integrados que os nossos 20 minutos de fama para aquela noite, já tinham sido ultrapassados em quase 2 e com pena nos despedimos deste que foi, sem sombra de dúvida, uma das melhores visitas ao submarino.
Deepstop aos 12m*, patamar obrigatório junto à garrafa suspensa aos 5 metros que partiu muda e chegou calada de novo ao barco tal era o estado de relax destes insuspeitos visitantes que acabaram felizes, contentes e cheios com Heinekens na mão e excelentes hamburguers na boca.
N.C. Areeiro: Lepidorhombus whiffiagonis (Walbaum, 1792)
Sem dúvida, um mergulho memorável. A tomar nota para futuros visitantes: o nosso submarino está cheio de redes emaranhadas, e talvez, a abundância destas e de peixe aprisionado nestas, explique a descomunal presença de caramujo e de camarão.
Os maiores habitantes e residentes do submarino: Congros
N.C: Lavagante: Homarus gammarus (Linnaeus, 1758)
N.C. Anémona-do-mar ou actínia Actinothoe sphyrodeta (Gosse, 1858)

N.C. Faneca: Trisopterus luscus (Linnaeus, 1758)
* Perfil de Mergulho:

DIVE LOG por MIGUEL PEREIRA
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fica um agradecimento a Marco Santos pela cedência destas fantásticas imagens que tão bem ilustram a fauna característica do submarino U-1277.
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| REPRODUCTIVE BIOLOGY OF THE SLIPPER LOBSTER SCYLLARIDES DECEPTOR HOLTHUIS, 1963 (DECAPODA: SCYLLARIDAE) IN THE SUBTROPICAL SOUTHERN BRAZILIAN COAST |
Referência da página: |
| http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=959〈=pt |
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