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Friday, 31 May 2013
Thursday, 21 June 2012
21 Junho - Saida Deco on Request
Uma vez que as condições dois dias atrás eram excelentes em termos de visibilidade, após marcação de uma saída deco "on request". O Mar já não estava como dois dias antes mais mexido e a visibilidade reduziu de 8 para 2m.
No entanto e mesmo com uma viagem mais atribulada, o mergulho foi concluído com êxito.
Uma amostra renovada que devemos aproveitar quando o Mar do Norte nos permite mergulhar, pois em pouco tempo as condições alteram-se..
No entanto e mesmo com uma viagem mais atribulada, o mergulho foi concluído com êxito.
Uma amostra renovada que devemos aproveitar quando o Mar do Norte nos permite mergulhar, pois em pouco tempo as condições alteram-se..
Saturday, 21 May 2011
Saida ao U-Boat 1277
A previsão prometia boas condições ver, e como tal lançamos duas saídas para o Sábado 21, onde a primeira seria no nosso Submarino ao final de tanto "Inverno de Mar"..
Contudo dois dias antes, a previsão mudou e as condições de Mar agravaram, sendo que não era possível estimar até que ponto poderia afectar a visibilidade já que no dia seguinte voltava acalmia.
O Carlos Achando e Ulrike Figueiredo, foram os primeiros a descer, fizeram o primeiro contacto visual com o submarino de 2011.
No entanto, a visibilidade estava extremamente reduzida após os primeiros 20m, como que um "buraco negro" após essa cota, o que sabiamente fez com que decidissem abortar o mergulho salvaguardando a segurança de todos os restantes.
Contudo dois dias antes, a previsão mudou e as condições de Mar agravaram, sendo que não era possível estimar até que ponto poderia afectar a visibilidade já que no dia seguinte voltava acalmia.
Mantendo a nossa política de clareza, notificamos os inscritos da alteração caso pretendessem desistir;
no entanto o Amor ao Mergulho e ao Submarino, não fizeram os mergulhadores cancelar a saída!
O Carlos Achando e Ulrike Figueiredo, foram os primeiros a descer, fizeram o primeiro contacto visual com o submarino de 2011.
No entanto, a visibilidade estava extremamente reduzida após os primeiros 20m, como que um "buraco negro" após essa cota, o que sabiamente fez com que decidissem abortar o mergulho salvaguardando a segurança de todos os restantes.
A época parece ter começado, finalmente, e esperemos que o próximo mergulho no Submarino seja a valer!
O Mar da Zona Norte, não aguarda por apetites ou vontades dos Mergulhadores...
Quando permite, temos de Aproveitar as janelas de oportunidade!
Friday, 30 July 2010
U-Boat 1277
Standing by...
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Thursday, 15 July 2010
Mergulho "Profundo" de uma Advanced Open Water Diver
Mergulho profundo do curso advanced, local de destino submarino U-1277,o intuito do mergulho era mesmo fazer um pequeno exercício nas profundezas para testar a capacidade de raciocínio.
Uma ligeira ondulação e muita vontade de ir para a água para minimizar o impacto do enjoo, inicio da descida até aterrar em fundo arenoso. a visibilidade era razoável permitindo formar um pequeno circulo para iniciar o exercicio proposto: uma conta de multiplicar. Profundidade 30 m, 13,5 º C
Conta: 135x 5... sim para quem lê agora e faz a conta chega ao resultado de 675. Lá em baixo com o raciocinio mais lento ou demasiado acelerado (pq acho que acelerei) consegui fazer com que o resultado fosse 685! Uma sensação demasiado estranha sentir a dificuldade de raciocínio, principalmente em memorizar quantos vinham de tras...
Lançamento da boia de patamar, inicio da subida, o submarino estava fascinante!! :p
Tempo de Fundo: 15 min.
Por: Erica Mogas Cruz
Uma ligeira ondulação e muita vontade de ir para a água para minimizar o impacto do enjoo, inicio da descida até aterrar em fundo arenoso. a visibilidade era razoável permitindo formar um pequeno circulo para iniciar o exercicio proposto: uma conta de multiplicar. Profundidade 30 m, 13,5 º C
Conta: 135x 5... sim para quem lê agora e faz a conta chega ao resultado de 675. Lá em baixo com o raciocinio mais lento ou demasiado acelerado (pq acho que acelerei) consegui fazer com que o resultado fosse 685! Uma sensação demasiado estranha sentir a dificuldade de raciocínio, principalmente em memorizar quantos vinham de tras...
Lançamento da boia de patamar, inicio da subida, o submarino estava fascinante!! :p
Tempo de Fundo: 15 min.
Por: Erica Mogas Cruz
Thursday, 22 April 2010
Night Dive U-Boat 1277 - 21-04-10
As condições de Mar do fim-de-semana anterior, impossibilitaram as saídas a Norte do país em condições minimamente interessantes.
No entretanto com o passar dos dias e acalmia do Mar e ventos dominantes, a saída nocturna foi marcada para a passada 4ª-feira, uma vez que assim já deveria dar tempo para que a visibilidade fosse restabelecida.
Night Dive at the U-BOAT 1277: Neither Lightnings, Thunders or Darkness keep us away from ADNG DIVERS on Vimeo.
Mais estreantes a quererem conhecer o submarino, e portanto a saída foi feita com esse destino em mente.
Chegados ao local, após o fundear preciso do skipper os primeiros 3 mergulhadores a seguirem para o cabo, constactaram que a visibilidade era bem simpática à superfície...
No entanto e para quem já visitou o Sub várias vezes, o pronúncio de água limpa à superfície não costuma ser grande indicador para o que nos espera lá em baixo... e assim foi, iniciada a descida, a partir dos 20m para baixo um certo "nevoeiro" começou a surgir, intensificando-se à medida que se rumava para o fundo.
O ferro estava exactamente em frente aos tubos dos torpedos, portanto, os visitantes iriam ser logo recebidos pela colónia de Corinactis viridis (Jewel anemone) com coloração rosa muito característica deste local.
Uns a ar, outros a nitrox 32, após consenso iniciaram um mergulho para os verdadeiros "duros"; a visibilidade estava no limiar operacional.
Os 9 mergulhadores foram percorrendo o naufrágio seguindo o cabo do carreto que fazia a ligação directa ao ferro, salvaguardando uma calma subida de volta à superfície no término do circuito.
Os grupos de 2 e 3 mergulhadores, foram praticamente deslizando sobre submarino, todos com um excelente controlo de flutuabilidade fazendo um "hovering" calmo e compassado.
Os santiagos, as fanecas e navalheiras deram as suas boas-vindas em grande número, com as santolas a aparecerem aqui e ali.
Safios e lavagantes?... timidez, esperemos; não seria a primeira vez que de um dia para o outro era clara a visita de outros visitantes que optam por capturar estes fantásticos animais residentes deste local.
Fiquemos na expectativa da timidez, mantendo um carácter positivo e esperançoso, já que são habituais e em dimensões bem simpáticas por norma.
Uma vez que a visibilidade estava nos limites operacionais, infelizmente não foi possível recuperar nem limpar* redes derelíticas (ghost nets) que se encontram em bom número em volta do submarino, resultado do forte Inverno que se fez sentir, acomulando as redes soltas que vagueiam pelo Oceano até porque este naufrágio está em fundo de areia consistindo portanto num fácil ponto para recolher as artes de pesca perdidas que vagueiam pelas águas.
*Habitualmente fazemos a recolha de detritos em cada imersão; uma forma de darmos algo em troca ao Ambiente que visitamos e pretendemos continuar a visitar. Ontem no Earth Day, poderia e deveria ter sido feito com empenho; no entanto, a Segurança está acima de tudo e para além da visibilidade, acções específicas de remoção de redes devem ser feitas durante o dia.
Perfil de Mergulho gentilmente cedido por Ulrike, uma buddy fantástica que bate records no baixo consumo de ar, pela sua natureza e fez o seu primeiro nocturno no U-Boat 1277 apesar de já o ter conhecido várias vezes durante o dia.
No entretanto com o passar dos dias e acalmia do Mar e ventos dominantes, a saída nocturna foi marcada para a passada 4ª-feira, uma vez que assim já deveria dar tempo para que a visibilidade fosse restabelecida.
A saída no "Earth Day" (Project Aware) e a Mãe Natureza prendou-nos com uma saída com relâmpagos ao longe, do principio ao fim do mergulho, um espectáculo extremamente bonito de ser ver no escuro da noite pelo Mar fora.
Mais estreantes a quererem conhecer o submarino, e portanto a saída foi feita com esse destino em mente.
Chegados ao local, após o fundear preciso do skipper os primeiros 3 mergulhadores a seguirem para o cabo, constactaram que a visibilidade era bem simpática à superfície...
No entanto e para quem já visitou o Sub várias vezes, o pronúncio de água limpa à superfície não costuma ser grande indicador para o que nos espera lá em baixo... e assim foi, iniciada a descida, a partir dos 20m para baixo um certo "nevoeiro" começou a surgir, intensificando-se à medida que se rumava para o fundo.
O ferro estava exactamente em frente aos tubos dos torpedos, portanto, os visitantes iriam ser logo recebidos pela colónia de Corinactis viridis (Jewel anemone) com coloração rosa muito característica deste local.
Uns a ar, outros a nitrox 32, após consenso iniciaram um mergulho para os verdadeiros "duros"; a visibilidade estava no limiar operacional.
Os 9 mergulhadores foram percorrendo o naufrágio seguindo o cabo do carreto que fazia a ligação directa ao ferro, salvaguardando uma calma subida de volta à superfície no término do circuito.
Os grupos de 2 e 3 mergulhadores, foram praticamente deslizando sobre submarino, todos com um excelente controlo de flutuabilidade fazendo um "hovering" calmo e compassado.
Os santiagos, as fanecas e navalheiras deram as suas boas-vindas em grande número, com as santolas a aparecerem aqui e ali.
Safios e lavagantes?... timidez, esperemos; não seria a primeira vez que de um dia para o outro era clara a visita de outros visitantes que optam por capturar estes fantásticos animais residentes deste local.
Fiquemos na expectativa da timidez, mantendo um carácter positivo e esperançoso, já que são habituais e em dimensões bem simpáticas por norma.
Uma vez que a visibilidade estava nos limites operacionais, infelizmente não foi possível recuperar nem limpar* redes derelíticas (ghost nets) que se encontram em bom número em volta do submarino, resultado do forte Inverno que se fez sentir, acomulando as redes soltas que vagueiam pelo Oceano até porque este naufrágio está em fundo de areia consistindo portanto num fácil ponto para recolher as artes de pesca perdidas que vagueiam pelas águas.
*Habitualmente fazemos a recolha de detritos em cada imersão; uma forma de darmos algo em troca ao Ambiente que visitamos e pretendemos continuar a visitar. Ontem no Earth Day, poderia e deveria ter sido feito com empenho; no entanto, a Segurança está acima de tudo e para além da visibilidade, acções específicas de remoção de redes devem ser feitas durante o dia.
Perfil de Mergulho gentilmente cedido por Ulrike, uma buddy fantástica que bate records no baixo consumo de ar, pela sua natureza e fez o seu primeiro nocturno no U-Boat 1277 apesar de já o ter conhecido várias vezes durante o dia.
Feedback da Urike após o seu primeiro nocturno por cá, e estreando também a nossa embarcação cabinada, em vez do habitual semi-rígido:
"Bem, para já adorei andar no mar à noite, acho que nunca tinha feito. E estava tão calmo, sem vento, com os trovões ao largo, as luzes da costa, simplesmente lindo.
Gostei muito do barco, é outro conforto na deslocação, e o mergulho correu bem.
Claro que as condições da água não foram as melhores, mas sempre se vê uma coisa ou outra, o cavaco pequeno, a solha, os carangueijos...e viste a temperatura?
O meu computador deu-me 15,2 de mínima!! "
Tuesday, 16 March 2010
O Primeiro Mergulho no U-Boat 1277 em 2010: "O defeso de Inverno" por Miguel Pereira
O defeso de Inverno, este ano, foi muito severo. Muitos dias sem mergulhar. As semanas, umas após as outras, arrastavam-se numa interminável dúvida sobre o aquecimento global. Timidamente, foram aparecendo uns raros rasgos de mar que mais não serviam que para desenjoar e sempre para daqui para fora.
Contas à vida?
Quantas e quantas, todas a perguntarem se daria para apanhar um avião e 20 Kilos de material. “e este Inverno que não nos deixa”, comentava todo aquele que, alheio ao mergulho, não fazia mais que fazer ecoar as palavras dele nas nossas: “e este mar que não acalma”…
Foi pois com perplexidade e entusiasmo reservado que esta terça-feira dia 16 deste nosso mês de Março, aceitei o desafio, graças a esta recente acalmia no estado do mar, que a hora a que escrevo já se foi, de ir dar uma tolada no submarino.
Eram dez horas, quando o patrão do cabinado comunicou com as autoridades portuárias do porto de Leixões a nossa visita submarina. O mar estava calmíssimo. Um lago sereno. Sereno e tão espesso que nos fazia temer pelo sucesso do mergulho. Cabo a baixo, todos a perguntarem a si mesmos se, chegados ao fundo, não seria melhor abortar o mergulho.
A minha primeira impressão, depois de ultrapassados os 25metros e mesmo antes de avistar o nosso anfitrião, numa água fresquinha de 12º-13ºC foi de centenas de pontinhos vermelhos a olharem para mim.
E de repente, lá está ele, li-te-ral-men-te (escrevo-o sílaba a sílaba para que se entenda que não vou escrever usando figuras de estilo) encastrado em caramujos (“nassas”) tal qual um pitoresco altar destas pitorescas igrejas de pescadores.
Já vi artesanato deste teor.
Mas isto era um artesanato vivo pelas mãos desta nossa natureza por vezes tão estranha, por vezes tão bela e por vezes, como é este o caso, as duas.
E depois todos aqueles pontinhos vermelhos, sempre aos pares, pertencentes a camarão. Oh meus amigos! Eu não mergulho assim há tanto tempo, mas eu, pessoalmente, nunca fui recebido por mais camarão do que aquele que estava na mesa dos frios do meu primeiro e segundo casamentos... juntos (podem comentar porque elas dão-se bem :)
Talvez vocês já tenham visto mais... Eu não! E os Santiagos e as solhas.
Deepstop aos 12m*, patamar obrigatório junto à garrafa suspensa aos 5 metros que partiu muda e chegou calada de novo ao barco tal era o estado de relax destes insuspeitos visitantes que acabaram felizes, contentes e cheios com Heinekens na mão e excelentes hamburguers na boca.
Sem dúvida, um mergulho memorável. A tomar nota para futuros visitantes: o nosso submarino está cheio de redes emaranhadas, e talvez, a abundância destas e de peixe aprisionado nestas, explique a descomunal presença de caramujo e de camarão.
Os maiores habitantes e residentes do submarino: Congros
N.C: Lavagante: Homarus gammarus (Linnaeus, 1758)

N.C. Faneca: Trisopterus luscus (Linnaeus, 1758)

DIVE LOG por MIGUEL PEREIRA

Contas à vida?
Quantas e quantas, todas a perguntarem se daria para apanhar um avião e 20 Kilos de material. “e este Inverno que não nos deixa”, comentava todo aquele que, alheio ao mergulho, não fazia mais que fazer ecoar as palavras dele nas nossas: “e este mar que não acalma”…
Foi pois com perplexidade e entusiasmo reservado que esta terça-feira dia 16 deste nosso mês de Março, aceitei o desafio, graças a esta recente acalmia no estado do mar, que a hora a que escrevo já se foi, de ir dar uma tolada no submarino.
Eram dez horas, quando o patrão do cabinado comunicou com as autoridades portuárias do porto de Leixões a nossa visita submarina. O mar estava calmíssimo. Um lago sereno. Sereno e tão espesso que nos fazia temer pelo sucesso do mergulho. Cabo a baixo, todos a perguntarem a si mesmos se, chegados ao fundo, não seria melhor abortar o mergulho.
A minha primeira impressão, depois de ultrapassados os 25metros e mesmo antes de avistar o nosso anfitrião, numa água fresquinha de 12º-13ºC foi de centenas de pontinhos vermelhos a olharem para mim.
E de repente, lá está ele, li-te-ral-men-te (escrevo-o sílaba a sílaba para que se entenda que não vou escrever usando figuras de estilo) encastrado em caramujos (“nassas”) tal qual um pitoresco altar destas pitorescas igrejas de pescadores.
Já vi artesanato deste teor.
Mas isto era um artesanato vivo pelas mãos desta nossa natureza por vezes tão estranha, por vezes tão bela e por vezes, como é este o caso, as duas.
E depois todos aqueles pontinhos vermelhos, sempre aos pares, pertencentes a camarão. Oh meus amigos! Eu não mergulho assim há tanto tempo, mas eu, pessoalmente, nunca fui recebido por mais camarão do que aquele que estava na mesa dos frios do meu primeiro e segundo casamentos... juntos (podem comentar porque elas dão-se bem :)
Talvez vocês já tenham visto mais... Eu não! E os Santiagos e as solhas.
N.C. Santiago, Cavaco : Scyllaridae Latreille, 1825
Scyllarus arctus **
Video ilustrativo por Ricardo Cordeiro
Scyllarus arctus **
O nosso submarino era com toda aquela fraca visibilidade de 3/4metros, um salão de banquetes e nós chegamos à hora da festa.
Estivemos de tal forma integrados que os nossos 20 minutos de fama para aquela noite, já tinham sido ultrapassados em quase 2 e com pena nos despedimos deste que foi, sem sombra de dúvida, uma das melhores visitas ao submarino.
Deepstop aos 12m*, patamar obrigatório junto à garrafa suspensa aos 5 metros que partiu muda e chegou calada de novo ao barco tal era o estado de relax destes insuspeitos visitantes que acabaram felizes, contentes e cheios com Heinekens na mão e excelentes hamburguers na boca.
N.C. Areeiro: Lepidorhombus whiffiagonis (Walbaum, 1792)
Sem dúvida, um mergulho memorável. A tomar nota para futuros visitantes: o nosso submarino está cheio de redes emaranhadas, e talvez, a abundância destas e de peixe aprisionado nestas, explique a descomunal presença de caramujo e de camarão.
Os maiores habitantes e residentes do submarino: Congros
N.C: Lavagante: Homarus gammarus (Linnaeus, 1758)
N.C. Anémona-do-mar ou actínia Actinothoe sphyrodeta (Gosse, 1858)

N.C. Faneca: Trisopterus luscus (Linnaeus, 1758)
* Perfil de Mergulho:

DIVE LOG por MIGUEL PEREIRA
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fica um agradecimento a Marco Santos pela cedência destas fantásticas imagens que tão bem ilustram a fauna característica do submarino U-1277.
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| REPRODUCTIVE BIOLOGY OF THE SLIPPER LOBSTER SCYLLARIDES DECEPTOR HOLTHUIS, 1963 (DECAPODA: SCYLLARIDAE) IN THE SUBTROPICAL SOUTHERN BRAZILIAN COAST |
Referência da página: |
| http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=959〈=pt |
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