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Sunday, 15 September 2013

Berlengas saida dupla e Tripla! 15 Setembro 2013

Uma saida as fantásticas ilhas do Arquipélago da Berlenga, com uma visita ao naufrágio Primavera e carreiro dos cações; Enquanto uns pausavam para almoçar os examinandos estavam na água:)













BERLENGAS from ADNG DIVERS on Vimeo.

Saturday, 30 July 2011

30 Julho - Berlengas fora do Circuíto Turístico

Como já vem sendo característica das imersões organizadas, tentamos dar sempre novas possibilidades aos mergulhadores. Tendo em conta a altura do ano, muita gente de férias, muito tráfego marítimo nas Berlengas, optamos por uma escolha mais afastada para garantir um mergulho mais rico e sossegado.



A Baixa Alagada foi visitada, sendo que os nossos mergulhadores eram todos Advanced Open Water e portanto habilitados a fazer imersões além dos 21m.
O sol não nos presenteou com a sua presença naquele dia, a visibilidade esteve aceitável e a Baixa Alagada constituíu um "novo desafio". O Mar rodeava esta baixa com alguma força, no entanto, uma descida discreta permitiu o acesso a grandes cardumes e um mergulho diferente, sendo que alguns ultrapassaram a cota dos 30m uma vez que a parede da baixa se alonga até aos 38m. Durante a subida era necessária alguma atenção nomeadamente ao refluxo de mar para que o patamar de segurança fosse efectuado, e do nosso grupo, apenas 2 mergulhadores que não tiveram oportunidade de tomar o preventivo anti-enjôo ajudaram a engodar as águas trazendo mais peixe para o nosso lado.

O segundo mergulho foi mais baixo, e escolhido democraticamente pelos presentes, sendo a gruta na Tromba do Elefante a escolhida. Muitos cardumes, muita vida, que pelos relatos alguns tiveram de abrir caminho com as mãos para afastar a nuvem de peixes que os rodeava.


Monday, 28 March 2011

Berlengas 26 Março

Data: 26 Março 2011
Local: Rinchão
Profundidade Máxima: 34m
Mistura: Ar comprimido
Tempo Total: 44 minutos
Tempo de Fundo: 38 minutos
Temperatura da água: 12º
Visibilidade: 7/8m
Buddy: Miguel Pereira
Descrição: Destroço do Gomes VIII, vapor português, que em viagem do Porto para Lisboa em 1899 se afundou. A parte principal está a +/- 25 metros com o fundo a 38 metros. A visibilidade média habitual é de 10/12 metros e grau de dificuldade é médio atendendo à corrente e profundidade.
Este foi para mim um dia de mergulho fantástico, não só pelo mergulho em si como também pelo ambiente e companheirismo. Saimos já com atraso como sempre não fomos pontuais mas também se o fossemos não seria a mesma coisa...
Fomos com o nosso skyper Zé Alberto, sempre bem disposto, e decidido a ir ao Rinchao.lá chegados e com uma coça no corpo dado pelo tempo (chuva da boa). deitamo nos ao mar, iniciamos a descida em grupo de 5 ( Mónica, Nucha, Miguel, Ricardo e Vitor começamos a descer até chegar aos destroços .. algumas gorgónias vermelhas na parte da rocha, alguma corrente mas nada de especial.
Um mergulho profundo, muito soft mas muito porreiro...
Fizemos a subida sem stress e todos juntos. Chegados ao barco tivemos um intervalo de superfície de quase uma hora, almoçamos as famosas sandes haliotis..e a boa disposição do pessoal..o amigo dódó com o seu sotaque sem igual..
Entretanto preparamo nos para iniciar o segundo mergulho, baixo para descontrair..
Mergulho que nunca pouco profundo mas muito porreiro, com direito a um pouco de tudo...um mergulhador muito aplicado em treinar a sua nova paixão (DSAT: Mergulho Técnico) do qual levei com a deco na cabeça, dor de ouvidos e vertigem para que não me faltasse nada...mas tudo em ordem... entramos numa gruta que eu adorei pois acompanhei o mike quase até ao final, subimos dentro da gruta até a bolsa de ar, mas fizemos de novo o caminho para tras pois havia muita corrente e corríamos o risco de sair do outro lado e ter que dar a volta ..
Adorei aquele mergulho, polvo, rascácio escorpião pelo que me disseram pois eu não sabia o que era aquele peixe enorme..
Cardumes de peixes grandes e pequenos...
Foi um fim de semana memorável..adorei..

Por Mónica Santiago







Imagens por Ricardo Abreu

Saturday, 25 September 2010

Berlengas com Mar "Puxadinho": Farilhões, Primavera




Visibilidade











"Primavera" Antes do Naufrágio

Farilhões Leste
Date: 25-09-2010
Start: 11:57
Runtime: 45 min
End: 12:42
Surf int: 4d 0h
Surf Press: 1020 mb
Model: VPM-B +3
CNS: 0 to 0 %
Max: 15,6 m
Battery: 100 to 100%







Primavera:
Date: 25-09-2010
Start: 15:10
Runtime: 46 min
End: 15:56
Surf int: 2h 27m
Surf Press: 1020 mb
Model: VPM-B +3
CNS: 0 to 5 %
Max: 23,0 m
Battery: 100 to 100%

Album por João Sá





Conclusão: Mesmo com travessias mais ou menos atribuladas para as Berlengas, a visibilidade mantém-se superior a qualquer outro ponto do país.
Qualquer outro local sob condições meterológicas semelhantes resultaria em visibilidade praticamente nula.
A travessia Peniche-Berlengas, poderá ser um pico de adrenalina, aquele necessário ao despertar do Mergulhador(a) dentro de si..

Saturday, 3 April 2010

Berlengas 02 Abril 2010 - Sinais do tempo a aquecer: Cardumes de peixe em toda a coluna de água

No passado dia 2, foi marcada uma saída para as Berlengas, nomeadamente dedicada aos mergulhadores mais avançados uma vez que as condições de Mar locais permitiam uma visita aos locais menos visitados e já da "praxe".

Foram feitos dois mergulhos em cotas superiores aos 30m, e desde já se pode assinalar a aproximação do tempo mais quente, com o aumento da quantidade de biodiversidade encontrada,  em termos quantitativos.
Ou seja por vezes fomos rodeados de alto a baixo por cardumes! Autênticas paredes móveis que andavam à nossa volta.


A viagem Peniche/Berlengas foi feita com bastante tranquilidade em ambas as passagens; a água azul, esperava-nos.

A visibilidade oscilou entre os 6 e 10m, algo que é bastante agradável após tanto tempo de invernia.

Cardumes de Pargos* enormes foram cruzando o caminho dos mergulhadores, paredes recheadas de gorgónias e uma série de outros seres diversos poderiam ser encontrados nestas baixas já que, a amplitude de profundidade (local mais profundo na cota dos 50m) permitia que todo o tipo de vida marinha por lá aparecesse.

Para os amantes do Mergulho que já deram o passo em frente para o segundo patamar (AOWD/P2)  ou acima, foram mergulhos memoráveis.


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Friday, 15 August 2008

Dago e Dago II

Após alguma atribulação de vai e não vai, atendendo que a previsão do mar não era das melhores, lá acabei finalmente por obter a confirmação do Artur de que realmente iria poder satisfazer a minha vontade em mergulhar novamente no Dago. E, conforme combinado, lá fui eu e o Casimiro por essa estrada abaixo para nos encontrarmos em Peniche. 15/08/2008
Após prepararmos o material e verificar se tudo estava bem, zarpamos em direcção ao tão desejado “spot”, para efectuar um mergulho de 30min a uma profundidade média de 48m e 46min de DECO. Uma vez lá chegados, estavam pescadores sobre o naufrágio, que nos impossibilitaram o mergulho. Assim, fomos forçados a ir visitar um outro navio, que pela proximidade e se encontrar nas mesmas cotas, se chama Dago II. Seguindo as verificações da praxe, juntamo-nos junto ao cabo da âncora, Eu e o Casimiro primeiro e logo de seguida o Artur.












Com uma visibilidade em torno dos 15m, fomos descendo na ânsia de chegar ao fundo, não esquecendo evidentemente de fazer uma paragem de controlo aos 6 e 30m. Passada a barreira dos 30m, já se vislumbrava os destroços da embarcação, e na medida da aproximação, fui vendo as várias chapas, umas caldeiras, o enorme veio de transmissão e a sua respectiva hélice, entre outras peças diversas. Quanto à vida marinha, vi alguns Safios metidos nos vários buracos, um enorme nas imediações do hélice, digamos que bastante grande ! Um lavagante e umas santolinhas. Claro está, que 30min embora pareça muito, sabe sempre a pouco, portanto regressamos ao cabo para começar a fatídica descompressão já a pensar na próxima “aventura”. Acreditem, mesmo com fato seco, uma temperatura de fundo de 13º e de superfície de 17º e tanto tempo de DECO tornam-se bastante desconfortáveis!

Manuel Silveira










Nota importante a todos os "Tek´s" por Artur Lagoá:

Neste mergulho, houve a necessidade de alugar uma deco, que por "inocência" na altura, pensei que viria com o respectivo regulador. No vai não vai, toca a  ir buscar um regulador de reserva, retirar mangueiras, um corre-corre para não atrasar a saída.
Durante a deco, para grande surpresa, ao abrir a garrafa de deco já pressurizada, é que de repente saí uma núvem de bolhas; fecha a torneira, volta abrir, a mesma coisa... Á superfície não foi detectada esta falha, coma  pressurização rápida da garrafa de deco;
sem deco, o gás de reserva nas bis ainda que respeitando a regra dos terços, não permitia fazer a descompressão na totalidade.
A única opção possível, seria tirar um dos reguladores das bis em pleno azul, e montar na deco, ou, fazer partilha de gás com um dos buddies, o que em descompressão cada um é responsável pelos seu gás para não pôr em causa a descompressão e segurança dos nossos buddies. Felizmente todos levamos decos S080 que nos permitiam quase 12L de gás de descompressão acelerada. O frio das águas já se tinha instaladado, ao ponto de passado 2 dias ainda estar uma das mãos doridas de estar a segurar o cabo.O frio, também não favorecia grandes manobras de montagem e remontagem, e não seria nada simpático ou agradável a visão de ver um regulador a cair pelo azul até ao Dago, já nem pensando apenas na perda de material, mas antes na perda de uma peça que poderia ser fundamental para o mergulho.

O Casimiro teve a cortesia de partilhar o seu gás de deco, que posteriormente e em caso de necessidade poderíamos usar o seu regulador da deco, para colocar na minha deco alugada.

Resumindo e mea culpa:
Mergulho técnico, deve ser feito com o nosso próprio material.
Pressas ficam fora do Mergulho Técnico: Verificar e Reverificar o equipamento e material com toda a calma a precisão.
Verificar e Recalcular planos de Mergulho Iguais para Todos os Mergulhadores do Grupo, com as mesmas misturas incluíndo para a descompressão acelerada, nomeadamente 2/3 planos por contingência e sem esquecer o "pior cenário".
Verificar sempre a troca de gás do buddy, para evitar enganos na troca de gás descompressivo /ou gás de fundo; isto ainda mais importante é, quando se utilizam várias misturas.
Ter sempre os buddy´s dentro do campo de visão, para que mantenham as profundidades permitidas pelas misturas descompressivas e cumpram o calendário descompressivo do plano pré-estabelecido ao minuto.

Por essas e por outras, nas saídas de mergulho técnico que ADNG passou a fazer no Norte do País ter sempre um ou mais mergulhadores de apoio, equipado com as mesmas misturas que o grupo utilizará, independentemente de ser um mergulho aos 50, 60, 70, etc.
O Grupo que faz o mergulho poderá estar mais sossegado, pois sabe que a meio caminho estará alguém com mais gás disponível, apto a resolver uma situação de emergência ou simples desconforto, tornando o mergulho e a respectiva descompressão, bem mais tranquilizantes para todos. Esse(s) mergulhadores de apoio, não estiveram sujeitos à mesma profundidade que o grupo, e como tal, têm uma margem de manobra bastante superior para ajudar qualquer um dos mergulhadores.

Optar por não ter Mergulhador(es) de Apoio, num mergulho técnico a qualquer profundidade ou tempo de fundo, é um risco desnecessário.